
Brancas : PBR
Pretas : P4R
Brancas : P4CR
Pretas : D5TR++
Mate do louco
...eu hipnotiso àquele que me psicografa..jpg)
Tudo o que é real e nada do que é irreal pertencem ao domínio do Ser. Mas sobre tudo o que é real não é possivel dizer muitas coisas interessantes, especialmente sem sair do escritório do filósofo, não sendo por isso evidente que possa existir qualquer coisa como o estudo do Ser, sem mais qualificações. No entanto, esse conceito ocupa um lugar central na filosofia, de Parmênides a Heidegger. A questão central "por que há algo e não nada?" suscitou uma reflexão lógica sobre a questão de saber em que consiste a exemplificação de um universal, assim como uma longa história de tentativas para explicar a existência contingente através de um fundamento necessário. Desde Platão que, tradicionalmente, este fundamento é algo auto-suficiente, perfeito, imutável e eterno, que se identifica com o Bem ou Deus, mas cuja relação com o mundo cotidiano permanece obscura. A lógica moderna oferece pouco conforto a estas especulações e suscita a suspeita de que a questão de saber por que há algo em vez de nada é mal-formada ou não oferece quaisquer ganhos cognitivos, uma vez que qualquer resposta irá levantar sempre a mesma questão.
Na noite escura, caminho desenluarado sem rumo certo, o vento brando a me impelir soprando de trás, amena temperatura a menos que esfrie mais. Grilos, sapos e cigarras calam o silêncio povoando o breu com seus sons geométricos. Os pés roçam a grama que não farfalha mais do que a relva mediana que acaricio com as costas das mãos. Sutil, o plano se inclina e sem engano elevo minha calma, paralelamente ao esforço. Penso em atingir o cume sem olhar para trás. Sei de cada passo; a perna que pisou por último é o próximo passo. Galgo, no topo, a visão de uma escuridão onde posso me perder se não quiser esperar sentado pelo meu despertar, o despertar do dia. Sem meta e sem pista paro, indeciso. Então grito: