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Poeta e ficcionista paulistano nascido em 1979, é autor do Livro Ruído (Eucleia Editora, 2011), publicado em Portugal, e das Ficções paralelas e Visões para lê-las, iluminadas por Yuli Yamagata. Traduziu Natureza, de Ralph Waldo Emerson, e Caminhada, de Henry David Thoreau (Dracaena, 2010). Seus blogues Não Fique São e Transatravés, que permanecem no ar, somam mais de 130 mil visitas.

Estudou Publicidade, História e Jornalismo. Foi operador de atendimento, agente de leitura e apresentador de televisão; agora atua como factótum de texto: redator, revisor, tradutor e consultor editorial. Mora em Sorocaba-SP, onde trabalha em casa, na Felina Oficina, afagando Lira, sua gata, e produzindo os espetáculos e vídeos de dança contemporânea de Mimi Naoi, sua esposa, com quem também mantém o projeto Fôlego, com performances nas quais recita poesia para ela dançar. Em seu perfil e página no Facebook, pratica o colunismo antissocial e publica seus textos e traduções.

Tem poemas publicados nas revistas Mallarmargens, onde é colaborador, e também nas revistas CronópiosTriploV, Germina7faces, BrasilianaDiversos Afins, Ellenismos, Raimundo, Macondo, Aedoscuritibanos, Oficina.Casulo e Pó&Teias, e nas antologias AsfaltoVinagre e Poema de Mil Faces

26 de junho de 2007

Cor(ou)Ação

Paixão mesmo, das que apenas existem, a que sinto. E saudades. De tudo aquilo nosso. Sabes. Bocas, bravezas, brincadeiras, bravatas. Falamos gostoso, bem gostosinho... quase gozo. Supér mais que fluo... Vou. Soube de e por ti de istos e aquilos. Re-imagino. [T {(tê) são}]. Beber uns goles nos refazendo companhia. Juntos. Alugar ou não há? A ir, indo ainda. Divagandando. Vamos sim vadiar sim vamos sim viajar. Sertodo errrado. Vê nus... amar-te. No pequeno anel só cabe teu nome. Até não mais quero poder; quero até não poder mais. Você. É... transar é que é... bom... só contiguamente: a minha mente contigo. Amo. Por quê? Por que não? Exclamo? Interrogo! Rogo e clamo... por. Ruma o de sempre e como nunca, a cada e de todas as vezes por uma. Encontrar alguém assim na vida é se perder assim na vida de alguém. Ó... Eu aqui tenho um mal de amor e é muito longe o que sinto; bem aí!